Olhava o casario antigo que se desenhava lá longe, quase horizonte. Fui chegando devagar, observando mais perto, cada reentrância na parede desbotada, o limo se espalhando, ervas daninhas danificando as calçadas, o limite entre a vida lá fora e o decadente cá dentro. Uma coisa ficou, inexoravelmente, clara. A vida é sempre clandestina, cujas linguagens…